Testes rápidos de Zika, dengue e chikungunya serão distribuídos em fevereiro

content_2out2015---o-deputado-federal-marcelo-castro-pmdb-pi-foi-nomeado-nesta-sexta-feira-2-ao-cargo-de-ministro-da-saude-1443815858270_956x500O ministro da Saúde, Marcelo Castro, anunciou nesta sexta-feira (15/01) que kits para testes rápidos de detecção do vírus Zika, da febre chikungunya e da dengue serão distribuídos para laboratórios de todo o país em fevereiro.

“Nós vamos, provavelmente, distribuir agora em fevereiro. Com esse kit, a pessoa vai tirar o sangue e vai saber imediatamente se está com dengue, chikungunya ou com Zika”, disse o ministro após visita ao Instituto Butantan, em São Paulo. As três doenças são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

O kit foi desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), uma das unidades da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), ligada ao Ministério da Saúde. Castro não deu detalhes sobre quais laboratórios receberão o material.

“Vamos distribuir os testes que forem necessários para que esse diagnóstico seja feito. Não faltarão recursos no Ministério da Saúde para o combate à microcefalia”, ressaltou, em referência à malformação, que está relacionada à ocorrência do vírus Zika em grávidas.

Em uma semana, Piauí aumenta 11% casos de microcefalia com 62 bebês

content_microcefalia-pedro_de_paula_futura_press_estadao_conteudoMulher com filho no colo antes de exame para verificar casos de microcefalia.

O Piauí registrou nesta terça-feira (12) um aumento de 11% nos casos suspeitos de microcefalia relacionada ao vírus zika com relação à última semana epidemiológica.

No boletim da semana passada o Estado havia registrado 53 casos, já nessa foram 62 casos em 21 municípios do Estado. O número de óbitos com suspeita de relação com a doença permaneceu o mesmo, dois casos.

TENDÊNCIA É AUMENTAR

Segundo a gerente de Atenção à Saúde da Secretaria de Estado da Saúde, Miriane Araújo, a tendência para as próximas semanas é se manter ascendente o registro desses casos. “Alguns fatores contribuem com esse aumento, como o acesso à informação por parte das gestantes que começaram a buscar atendimento direcionado para a detecção da doença”, disse.

Leia também: Sesapi define protocolo de atendimento de bebês com microcefalia no Estado

Outro fator mencionado pela gerente foi a capacitação técnica dos profissionais de saúde para imprimir a investigação diagnóstica da doença. “Desde o início da implantação do Plano Estadual de Prevenção e Controle da Dengue, Chikungunya, Zika e Microcefalia temos feito treinamento de equipes de saúde em vários municípios, dando prioridade aos que apresentaram casos de microcefalia com suspeito de ter relação com o zika vírus”, explica.

Nos próximos dias, técnicos da Secretaria de Estado da Saúde percorrerão cidades do sul do Estado para dar continuidade à implantação do Plano emergencial, realizando estudos de casos, assessorando gestores e treinando os profissionais de saúde das unidades de saúde dos municípios.

o olho

Cartilha orienta sobre estímulo precoce em bebês com microcefalia

14d64cb2-128b-4dbe-bf16-be136b7cbde9O governo federal divulgou nesta quarta-feira (13) uma cartilha com orientações de atendimento especial a crianças de zero a três anos com atraso no desenvolvimento psicomotor, decorrente de casos de microcefalia causados pelo vírus zika. O documento, voltado às equipes de atenção básica e de atenção especializada, traz recomendações sobre a importância da estimulação precoce nessas crianças.

A cartilha Diretrizes de Estimulação Precoce – Crianças de zero a 3 anos com Atraso no Desenvolvimento Neuropsicomotor Decorrente de Microcefalia já está disponível para consulta, na internet, no site do Ministério da Saúde. A ação faz parte do Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia, lançado pelo governo federal em dezembro de 2015.

Além dos profissionais de saúde, familiares de crianças com microcefalia também receberão informações mais detalhadas sobre tema. A meta garantir uma melhor observação de quais capacidades a criança já deve ter em cada fase do desenvolvimento inicial.

“O objetivo é unificar o comportamento e a conduta com crianças portadoras de microcefalia e promover a estimulação o mais rápido possível”, afirmou o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame.

O ministério avalia que a estimulação da criança na janela de até três anos de idade é importante para reduzir do nível de comprometimento causado pela mal formação.

As diretrizes de estimulação precoce foram elaboradas por pesquisadores, especialistas e profissionais experientes de todo o País. O documento tem orientações sobre o desenvolvimento psicomotor da criança, a análise das condições cognitivas, visuais e auditivas, a inserção social, uso de cadeira de rodas e bengalas e apoio da família.

O plano pretende que a criança tenha mais autonomia e qualidade de vida, minimizando possíveis sequelas decorrentes da doença. O apoio familiar, segundo o secretário, será estimulado pelos profissionais de saúde, visando o acolhimento mais cuidadoso e carinhoso possível para a criança com a doença.

Capacitação

O Ministério da Saúde também está elaborando um curso a distância para capacitar profissionais de saúde que vão atuar na estimulação precoce. O curso será ofertado a fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicólogos, médicos, entre outros profissionais que atuam nos diversos serviços da Rede SUS.

A meta do ministério é de que pelo menos 7,5 mil profissionais participem desta capacitação. O curso será desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte. As matrículas devem começar em março.

Rede de reabilitação

O SUS conta, atualmente, com 1.543 serviços de reabilitação em todo o País que atuam em diferentes modalidades: física, auditiva, visual e intelectual.

Dentro do Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia, lançado no final de 2015 e que prevê maior agilidade na estruturação dessas unidades, já foram habilitados 12 centros de reabilitação. Outros 11 se encontram em fase de conclusão das obras, com previsão de término no primeiro semestre de 2016, cujo investimento na construção e compra de equipamento soma R$ 43,4 milhões.

Mais R$ 25,2 milhões anuais serão destinados para o custeio dessas unidades. Outros 65 serviços serão implantados em Centros Especializados em Reabilitação, ampliando, assim, a capacidade de atendimento da rede. Esses centros passarão a receber adicional de R$ 109,2 milhões por ano.

A partir do Plano Viver sem Limite, lançado em 2011 pelo Governo Federal, e da instituição da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência, em 2012, o Ministério da Saúde tem investido na ampliação da oferta de serviços nessa área. Foram habilitados 136 Centros Especializados em Reabilitação (CER) em todo o País. As novas unidades representam impacto de R$ 287,7 milhões por ano para o custeio do atendimento em reabilitação.

No total, o investimento do Ministério da Saúde para custear o atendimento em reabilitação é na ordem de R$ 650,6 milhões por ano, além dos valores destinados a obras e equipamentos. Esses recursos também podem ser complementados pelos governos estaduais e municipais.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde

Nova lei obriga bulas mais legíveis e explicativas em embalagens de medicamentos

bulasVisando impedir a troca de medicamentos na hora do uso, além de obrigar os fabricantes a disponibilizar bulas com letras maiores e informações mais explicativas ao público, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 30 de dezembro, a Lei nº 13.236, que estabelece normas gerais para inibir erros de administração, trocas indesejadas e uso equivocado de medicamentos. A publicação altera a Lei nº 6.360 (1976), que “dispõe sobre a Vigilância Sanitária a que ficam sujeitos os Medicamentos, as Drogas, os Insumos Farmacêuticos e Correlatos, Cosméticos, Saneantes e Outros Produtos”. O objetivo é evitar enganos, como nos episódios com morte em função da administração de medicamentos errados, em hospitais, e também evitar possíveis erros em situação de urgência. O texto também determina que embalagens de medicamentos de uso infantil sejam diferentes das de uso adulto.
Para o presidente do Conselho Regional de Farmácia do Piauí, Ítalo Rodrigues, houve um aumento considerável de estudos relacionados à segurança do paciente e erros de medicação nos últimos anos, o que levou a um maior conhecimento sobre o assunto, confirmando sua importância como um problema mundial de saúde pública. “Falta de conhecimento leva a automedicação incorreta e erro de medicação, cometidos até por profissionais da saúde, lesionando o paciente. O ideal é que isso seja evitado”.
Esses error podem estar relacionados à prática profissional, produtos usados na área de saúde, procedimentos, problemas de comunicação, incluindo prescrição, rótulos, embalagens, nomes, preparação, dispensação, distribuição, administração, educação, monitoramento e uso de medicamentos. Para facilitar a adequada identificação e uso dos medicamentos, fabricantes, agências regulatórias, organizações de saúde e especialmente as farmácias devem assegurar que todos os medicamentos tenham rótulos claros, identificações diferenciadas para medicamentos com nomes e pronúncia semelhantes.
A orientação geral para as pessoas é não guardar os seus medicamentos fora das caixas originais, pois pode gerar confusão, e sempre conferir antes de tomar. Em caso de ingestão de medicamento errado, a recomendação é buscar ajuda em uma Unidade Básica de Saúde.
Matéria publicada no Blog de Humberto Costa, autor do Projeto de Lei,  explica que a medicação passará a ter rotulagem e embalagem “claramente” diferentes em caso de produtos de composição distinta para possibilitar a sua imediata e precisa identificação. “Observamos muitos casos em todo o país em razão de erros na administração de medicamentos. Uma das causas é, justamente, a utilização de rótulos e embalagens iguais ou semelhantes para produtos de composição diferente”, avalia. “É uma lei que vem ajudar os brasileiros nesse sentido.”
As regras da Lei nº 13.236 passam a valer 180 dias após a publicação no Diário Oficial da União.
Medicamentos similares
Também foi publicada no Diário Oficial da União, em 29 de dezembro, a Lei 13.235/2015, que obriga a indústria farmacêutica a verificar a equivalência dos medicamentos similares, fabricados ou não no país, aos de referência. Com isso, medicamentos similares e genéricos deverão passar pelos mesmos controles de qualidade. A lei é resultado do Projeto de Lei do Senado 152/2012, do senador Walter Pinheiro (PT-BA), aprovado na Câmara dos Deputados em dezembro. Ela também atualiza a Lei 6.360/1976, que trata da vigilância sanitária referente a esses produtos. A Lei 13.235 passa a valer em 180 dias da data de publicação.

Fonte: Ascom CRf-PI

Ministro da Saúde diz que vacina contra dengue é ‘muito cara’

img_1724O ministro da Saúde, Marcelo Castro, afirmou neste segunda-feira (11) que a vacina contra dengue criada pela empresa francesa Sanofi Pasteur, que teve registro aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 28 de dezembro, é “muito cara” e que o país ainda estuda se vai adquirir o produto.Segundo Castro, o Ministério da Saúde espera pelos resultados dos últimos testes da vacina criada pelo Instituto Butantã.O ministro disse que a vacina da Sanofi precisa de três doses para que o efeito seja válido. Segundo ele, isso dificulta o acompanhamento do processo de imunização.

“A vacina da Sanofi são três doses. Então a gente encontra uma dificuldade para dar uma vacina, chamar a pessoa para vacinar de novo depois de seis meses, chamar de novo. E tem uma oscilação em relação ao sorotipos de cobertura”, diz Castro.

O ministro afirma que o custo estimado para imunizar uma população de 10 milhões de pessoas pode chegar a R$ 3 bilhões. “Uma dose dessa poderia ficar em torno de 20 euros. Então uma vacina total seria 60 euros. Bota a R$ 5 o euro, para arredondar a conta, seriam R$ 300. Imagine: 1 milhão de pessoas, seriam R$ 300 milhões; 10 milhões de pessoas, seriam: R$ 3 bilhões. E 10 milhões de pessoas não é nada. Nós temos 200 milhões de pessoas para vacinar. Então é uma vacina muito cara, que por enquanto não é essa decisão de adquirir essa vacina.”

A vacina desenvolvida pelo Butantã está na fase final de testes. Se aprovada, ela será enviada para avaliação na Anvisa. “A do Butantã seria uma dose só. Acreditamos que seria um terço do preço, pelo menos. Se nós tivéssemos um público definido, por exemplo, gestantes, aí eu acho que qualquer sacrifício valeria, mas nós não temos esse público definido.”

Luta contra o mosquito
Sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti, o ministro mencionou três cidades como aquelas que apresentaram maior sucesso. Em São Carlos (SP), a causa é brigadas mirins têm atuado com sucesso, disse. Natal (RN) tem utilizado as olvitrampas, que são armadilhas com larvicidas.

A terceira cidade bem sucedida no combate ao mosquito é Água Branca (PI), onde os agentes identificam as casas com selos, de acordo com a presença de criadouros do mosquito.

“Os agentes de saúde foram de casa em casa. Onde não tinha criadouro do mosquito, eles botavam um selo verde. Onde tinha cridouro, botavam um selo vermelho. Em outros, um selo amarelo.”

Segundo Castro, em 2015 foram apenas quatro casos de dengue registrados na cidade, que tem 17 mil habitantes. O ministro diz que há indícios de que os pacientes diagnosticados com a doença podem ter adquirido o vírus fora do município, que fica a 100 km da capital do estado, Teresina.

“Aquilo ali ficava exposto. Todo mundo passa e vê a casa, vê o selo verde, selo vermelho, selo amarelo. E todo mundo quer ter um selo verde. Aquilo foi uma mobilização muito grande de toda a sociedade. E aí todo mundo fazia o dever de casa esperando a volta do agente, para quando o agente voltasse lá, ele já estar todo cumprido para botar o selo verde.”

Casos suspeitos de microcefalia ligada ao zika vírus sobem para 3.174

00

Desde o início do monitoramento de casos de microcefalia no Brasil, foram registrados 3.174 casos suspeitos da malformação possivelmente ligados ao zika vírus em recém-nascidos. O dado foi divulgado pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (5) em novo informe epidemiológico.

Os estados passaram a notificar semanalmente os casos suspeitos de microcefalia ao Ministério da Saúde a partir de 11 de novembro, quando o a pasta declarou estado de emergência em saúde pública por causa do aumento de casos da malformação. Na ocasião, Pernambuco já tinha identificado 141 casos da doença.

Além disso, 38 mortes suspeitas de microcefalia relacionada ao zika vírus também são atualmente investigadas. Os dados se referem aos casos registrados até o dia 2 de janeiro.

O número de casos suspeitos subiu desde o último boletim divulgado pelo Ministério na semana passada, com o registro de 2.975 casos suspeitos.

A microcefalia é uma condição rara em que o bebê nasce com o crânio do tamanho menor do que o normal. A malformação é diagnosticada quando o perímetro da cabeça é igual ou menor do que 32 cm – o esperado é que bebês nascidos após nove meses de gestação tenham pelo menos 34 cm.

A principal hipótese discutida para o aumento de casos de microcefalia está relacionada a infecções por zika vírus, que foi identificado pela primeira vez no país em abril deste ano. O vírus é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, assim como a dengue e o chikungunya.

Em novembro, o Ministério da Saúde declarou emergência em saúde pública para dar agilidade às investigações, que são realizadas de forma integrada com as secretarias estaduais e municipais de saúde.

Número de casos por estado
Os casos suspeitos divulgados nesta terça foram registrados em 684 municípios de 21 unidades da federação. Veja abaixo os estados com mais casos:

Pernambuco – 1.185 casos (37,33% do total registrado no país)
Paraíba – 504
Bahia – 312
Rio Grande do Norte – 169
Sergipe – 146
Ceará – 134
Alagoas – 139
Mato Grosso – 123
Rio de Janeiro – 118

fonte: G1

 

RECEITAS CASEIRAS PARA ACABAR COM ESTRIAS

estriasQuando falamos em estrias, muita gente pensa que se trata de um problema impossível de ser resolvido. Elas são mais comuns em mulheres, principalmente nas grávidas.

No entanto, não podemos culpar exclusivamente a gravidez por essas marcas tão indesejáveis.

Há muitos outros fatores que podem provocar estrias, como:

– Puberdade: é comum o surgimento de estrias nesse período, pois o corpo sofre várias mudanças, além da aceleração dos hormônios.

– Uso inadequado de corticosteroides: eles diminuem os níveis de colágeno, que é importante para a elasticidade e rigidez da pele – sem ele, as estrias podem aparecer mais facilmente.

– Genética: infelizmente, se sua família tende a ter estrias, possivelmente você também terá.

Não acreditamos que seja impossível combater as estrias. Mas concordamos que se trata de um problema difícil de resolver. Na medicina da natureza, porém, nada é impossível.

Algumas pessoas não entendem isso, cegas e materialistas para a alegria do sistema, pois assim são mais fáceis de ser controladas.

É por isso que elas relutam em acreditar na medicina das plantas, da água, do ar, do fogo, da terra, do céu e da fé – ou seja, a poderosa medicina natural.

Por isso, se você tem estrias, não desista e se volte para a natureza.

Para ajudar, trouxemos hoje algumas receitas totalmente naturais e com resultados rápidos (geralmente em 5-6 semanas) se considerarmos a dificuldade do caso.

1. Óleo e massagem

Azeite de oliva, óleo de linhaça ou óleo de coco são alguns ingredientes que você pode usar para massagear a área afetada pelas estrias.

O movimento deve ser feito sempre puxando a pele para cima.

2. Exercite-se regularmente

Se você quer evitar e combater estrias, com certeza a atividade física é o método mais importante.

O que acontece é que o sedentarismo diminui a elasticidade da pele, além de favorecer a inflamação das células.

3. Beba muita água

Mais de 60% do nosso corpo é composto de água.

Por isso nós devemos hidratá-lo bastante.

Nada de consumir líquidos como refrigerantes ou café, pois eles não ajudam em nada.

4. Aplique babosa

Ela é uma planta maravilhosa, cheia de benefícios para a saúde, pois contém nutrientes vitais que são úteis no tratamento de vários problemas que surgem na pele.

Estamos falando de queimaduras, rugas, inflamação, espinha e cortes, por exemplo.

Por que com as estrias seria diferente?

Tudo o que você precisa é cortar uma folha e aplicar o gel da babosa na área afetada.

5. Esfoliação

Esta é uma ideia também muito boa, mas recomendamos que seja uma esfoliação natural – elas são ótimas para remover as células mortas da pele, de forma saudável.

Aqui está uma sugestão:

INGREDIENTES

Borra de café do dia

Azeite extravirgem de oliva

MODO DE PREPARO E APLICAÇÃO

Misture a borra e o azeite, de forma que vire uma pasta.

Umedeça a pele.

Passe a pasta de borra e azeite na pele úmida.

Massageie, durante a aplicação, a área em movimentos circulares.

Retire a pasta com água fria ou levemente morna.

Finalize aplicando hidratante adequado a seu tipo de pele.

A foto deste post é meramente ilustrativa.

Via curapelanatureza

Os Planos são obrigados a cobrir testes rápidos de dengue e chikungunya

An Aedes albopictus female mosquito feeds on a human blood meal. Photo by James Gathany, Centers for Disease Control and Prevention
An Aedes albopictus female mosquito feeds on a human blood meal.
Photo by James Gathany, Centers for Disease Control and Prevention

A partir deste sábado, 2, os planos de saúde passam a ser obrigados a oferecer para seus beneficiários 21 novos procedimentos, entre eles o teste rápido para dengue e o exame de diagnóstico de chikungunya. As novidades constam do novo rol de cobertura obrigatória aos convênios médicos, atualizado a cada dois anos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Além dos 21 novos procedimentos, que incluem exames, cirurgias e próteses, as operadoras ficam obrigadas ainda a fornecer um novo medicamento para câncer de próstata e a aumentar sessões de fonoaudiologia, fisioterapia e psicoterapia para pacientes com alguns tipos de doença.

No caso do exame da dengue, os planos só eram obrigados a cobrir testes laboratoriais cujos resultados demoravam uma semana para sair. Agora, entrou para a lista de cobertura mínima os testes rápidos de sorologia para busca de anticorpos IgM e IgG que servem para detectar o estágio de diversas doenças, entre elas, a dengue.

Também passa a ser coberto o exame do antígeno NS1 da dengue, que detecta a doença logo no estágio inicial dos sintomas os exames de anticorpos só podem ser feitos a partir do sexto dia das manifestações da doença.

Zika

Motivo de apreensão principalmente entre as grávidas, o diagnóstico do zika vírus não entrou no novo rol da ANS, até porque quase nenhum laboratório privado brasileiro oferecia o procedimento quando as coberturas do novo rol foram definidas, em outubro. O desenvolvimento da técnica para a realização do exame começou há poucas semanas, após o zika ser associado ao aumento de casos de microcefalia no País ­ que já chegaram a 2.975, segundo o Ministério da Saúde.

Como os sintomas das três doenças são parecidos, enquanto o teste não é incorporado, o diagnóstico provável do zika pode ser feito por exclusão, quando os testes para dengue e chikungunya derem negativo.

Mais sessões

A ANS decidiu ainda ampliar de 12 para 18 o número de sessões anuais de psicoterapia que as operadoras são obrigadas a pagar para seus usuários. No caso da fonoaudiologia, os pacientes com gagueira e outros transtornos de fala e linguagem terão direito ao dobro de sessões anuais: 48, ante as atuais 24.

Benefício ainda maior tiveram os pacientes com transtornos globais do desenvolvimento, como autismo, que deverão ter 96 consultas com um fonoaudiólogo cobertas todos os anos, também o dobro do que era previsto no antigo rol. As gestantes e mulheres que estão amamentando passam a ter direito a 12 consultas com um nutricionista por ano.

Outras inclusões

Pelo novo rol, os pacientes de planos passam a ter acesso a um quimioterápico oral para câncer de próstata, o enzalutamida. O medicamento é indicado principalmente para pacientes que já apresentam metástase.

Entre os novos procedimentos do novo rol estão ainda um implante de cardiodesfibrilador, espécie de marca­passo que emite fibrilação em arritmia cardíaca, evitando, assim, mortes súbitas? e uma prótese auditiva ancorada em osso para pessoas com esse tipo de deficiência.

A ANS alerta que, por enquanto, as operadoras não podem reajustar as mensalidades sob o argumento de que terão aumento de despesas com a oferta dos procedimentos previstos no novo rol. De acordo com a agência, a inclusão das novas tecnologias é avaliada por um ano e, caso seja identificado impacto financeiro, ele será avaliado somente para o reajuste de 2017.

As operadoras que não cumprirem a cobertura obrigatória estão sujeitas a multa de R$ 80 mil por infração cometida. Para fazer uma reclamação contra uma empresa que não esteja respeitando a determinação, o consumidor pode acessar o site da ANS (http://www.ans.gov.br/) ou ligar para a central da agência, no telefone 0800 701 9656.

 

fonte:cidade verde

O que significa a aprovação da 1ª vacina contra a dengue no Brasil?

jbjb

Ainda não há previsão para a vacina contra dengue ser adotada no Sistema Único de Saúde

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou nessa segunda-feira(28) a comercialização da primeira vacina contra a dengue registrada no Brasil: a Dengvaxia, do laboratório francês Sanofi Pasteur.

A aprovação anunciada no início do verão não significa que o medicamento estará disponível para compra de laboratórios nas próximas semanas. A vacina precisa ainda passar por regulação de preço para estar disponível na rede particular de saúde, o que deve ocorrer ao longo do primeiro semestre de 2016. Ainda não há previsão para a vacina ser adotada no SUS, informa o Ministério da Saúde.

O Ministério da Saúde e o laboratório fabricante informam que a vacina tem 65,6% de eficácia global no combate aos quatro sorotipos do vírus da dengue.É um índice de eficácia menor ao de outras vacinas adotadas na rede pública de saúde, a exemplo da que protege contra a febre amarela: mais de 90%.

Durante o ano de 2015 o Brasil viveu uma epidemia de dengue, mais uma vez. Pelo menos 1,5 milhão de pessoas foram infectadas com o vírus da doença, o que significa aumento de 176% em relação a 2014. O país sofre ainda um surto causado pelo zika vírus. Os dois vírus são transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti.

Após o anúncio da aprovação da vacina, muitos brasileiros se perguntaram se ela também vai ajudar na luta contra o zika vírus. Os especialistas respondem: “A vacina não protege contra zika e chikungunya, apenas contra o vírus da dengue”, explicou ao UOL a médica Mônica Jacques de Moraes, diretora da Sociedade Brasileira de Infectologia.

Entenda o que significa a aprovação da Anvisa para a saúde pública.

1) O que é a vacina aprovada pela Anvisa?

A Dengvaxia é a primeira vacina registrada contra a dengue no Brasil. O medicamento é destinado ao público entre 9 e 45 anos de idade e é contra indicado para gestantes, mulheres em período de amamentação e pessoas em tratamento médico de doenças graves, a exemplo do câncer. A vacina tem que ser aplicada em três doses, a cada seis meses.

Ela é mais eficiente em pessoas que já contraíram dengue do que em pessoas que nunca tiveram a doença, afirma a Anvisa.

2) A vacina vai ser aplicada no SUS?

O Ministério da Saúde ainda estuda se vale a pena adotar esta vacina, já que ela tem um custo alto e uma eficácia menor do que outras vacinas adotadas na rede pública de saúde, a exemplo da que combate a febre amarela. Uma possibilidade é disponibilizar no SUS a vacina apenas para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Castro, no meio de dezembro.

3) Qual a diferença entre esta e a vacina do Butantã?

A vacina desenvolvida pelo Instituto Butantã ainda está na fase final de testes, mas tem apresentado resultados melhores do que a vacina criada pela Sanofi Pasteur. “Os resultados são animadores. A vacina do Butantã poderá ser mais barata e mais eficaz para os quatro sorotipos do vírus da dengue, além de ser necessária apenas uma dose para sua aplicação”, explica a infectologista Mônica Jacques de Moraes.

Não há previsão para aprovação final da vacina do Instituto Butantã pela Anvisa. A Fundação Oswaldo Cruz e o laboratório japonês Takeda também desenvolvem suas vacinas contra a doença.

4) A vacina contra dengue também protege contra o zika vírus?

Não. “O zika vírus e o vírus da dengue são transmitidos pelo mesmo mosquito, o Aedes aegypti, mas esta vacina só protege a pessoa contra o vírus da dengue. Portanto, a pessoa que receber esta vacina, não estará protegida contra o zika vírus que causa a microcefalia em bebês, ou contra o chikungunya,” explica a diretora da Sociedade Brasileira de Infectologia, Mônica Jacques de Moraes. Ela lembra que a dengue é uma doença infecciosa causada por quatro sorotipos de arbovírus (DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4).

5) Qual será o preço da vacina contra a dengue?

O preço será definido pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), órgão da Anvisa. O processo dura em média três meses, mas não tem prazo máximo para terminar. No meio de dezembro, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, citou uma estimativa. “Uma dose custa em torno de 20 euros [R$ 84].”

fonte:uol

O estado do Piauí está entre estados com maior número de suspeita de microcefalia relacionado ao ‘Zika’

images

O Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira (29/12) que foram registrados em todo o país 2.975 casos suspeitos de microcefalia em recém-nascidos. Além disso, 40 mortes suspeitas de microcefalia relacionada ao zika vírus são investigadas. Os dados foram compilados até o dia 26 de dezembro em 656 municípios de 20 unidades da federação, e o Piauí está entre os estados com maior número de casos suspeitos de alguma relação com o vírus.

O número subiu desde o último boletim divulgado pelo Ministério na semana passada, com o registro de 2.782 casos suspeitos.

A microcefalia é uma condição rara em que o bebê nasce com o crânio do tamanho menor do que o normal. A malformação é diagnosticada quando o perímetro da cabeça é igual ou menor do que 32 cm – o esperado é que bebês nascidos após nove meses de gestação tenham pelo menos 34 cm.

A principal hipótese discutida para o aumento de casos de microcefalia está relacionada a infecções por zika vírus, que foi identificado pela primeira vez no país em abril deste ano. O vírus é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, assim como a dengue e o chikungunya.

Dos 20 estados com casos suspeitos, três apresentaram diminuição de casos – TO, MG e MT – nove permaneceram com números iguais, e oito apresentaram aumento de casos. A nota divulgada pelo Ministério não especifica quais estados tiveram números iguais e quais tiveram aumento.

O estado com maior número de casos suspeitos registrados é Pernambuco, com 1.153, o primeiro local a identificar aumento drástico da anomalia. Em seguida, estão os estados da Paraíba (476), Bahia (271), Rio Grande do Norte (154), Sergipe (146), Ceará (134), Alagoas (129), Maranhão (94) e Piauí (51).

Em novembro, o Ministério da Saúde declarou emergência em saúde pública para dar agilidade às investigações, que são realizadas de forma integrada com as secretarias estaduais e municipais de saúde.

fonte:g1,o olho