"Ninguém me chama para banho de mar, só chama para banho de sangue", diz Marcelo Rezende

"Ninguém me chama para banho de mar, só chama para banho de sangue", diz Marcelo Rezende

Foto: Reprodução/R7
O jornalista e apresentador Marcelo Rezende, da Rede Record, divertiu os ouvintes da Rádio Metrópole, nesta sexta-feira (20) durante o Jornal da Bahia no ar. Durante a conversa, Rezende, que está lançando o livro  “Corta pra mim”, contou como se tornou um dos jornalistas investigativos mais respeitados do país, além de histórias hilárias. “Melhor coisa da vida é ajudar ao próximo. Aos 17 anos, virei jornalista e estou até hoje. Eu conheci amigos que carrego no coração pela vida inteira, João Saldanha, técnico da seleção de 1970, campeã mundial, foi um segundo pai. Depois fui para o Globo, virei redator, meus companheiros eram Aguinaldo silva e Gilberto Braga. Conheci Nelson Rodrigues. Ele me chamava de Marcelinho”, relatou. 

Sobre o jornalismo investigativo, Rezende disse que convivia com muito ladrão quando cobria a área esportiva, por isso resolveu mudar. “Fiz uma frase que ninguém entedia, quando sai do esporte e fui para investigação: ladrão por ladrão eu vou lidar com os originais. Ninguém me chama para banho de mar, só chama para banho de sangue”, afirmou. 

Marcelo Rezende também comentou sobre sua briga com o ex-presidente Lula (PT). “Achei que o Lula deveria ser mais de esquerda quando ele entrou no governo. Mas, eu briguei com ele mais por frustrações minhas. Quem sou eu perto da grandeza de um presidente da República? Por causa disso, cheguei um dia e o Cidade Alerta estava fora do ar, em 2005”, contou. “Encontrei com ele recentemente e já passou, está tudo bem”, completou.

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